O livro de...

  • Raquel Galinha Roque
    Sócia da Cruz, Roque, Semião e Associados

    Raquel Galinha Roque“Vocês voltam amanhã?” é mais do que um livro, é o testemunho da coragem de fazer a diferença. Conta-nos na primeira pessoa a história do Lourenço e do Pedro que foram viajar pelo Oriente de mochila às costas. Dia 24 de abril de 2015 chegaram a Katmandu onde, para os amigos que os seguiam, comentam no Facebook “@Katmandu, Nepal. Agora é que vão ser elas” sem saberem que não podiam ter mais razão… dia 25 de abril o Nepal foi abalado por um violento sismo de 7.8 de magnitude.

Cartão do Cidadão

  • João de Macedo Vitorino
    Sócio fundador da Macedo Vitorino & Associados

    João de Macedo VitorinoFoi por acaso que se tornou advogado e acredita mesmo que a sua verdadeira vocação é o ensino. “Talvez pudesse ter seguido essa carreira”, admite. O gosto pela advocacia, esse, ganhou-o com o tempo, tal como crê que é com o tempo que “um dia” o perderá. Até lá, o sócio fundador da Macedo Vitorino & Associados é responsável pelos grupos de fusões e aquisições, energia e ambiente e comunicações da sociedade que tem os seus apelidos.

Opinião

  • O Livro de Reclamações Online tarda, mas (não?) falha
    Sónia Queiróz Vaz, advogada da Cuatrecasas

    O Livro de Reclamações Online tarda, mas (não?) falha O Livro de Reclamações Online está disponível em Portugal desde 1 de Julho, para os serviços públicos essenciais. Esta nova realidade, ainda a título experimental, vem alegadamente aumentar a protecção do consumidor ao mesmo tempo que traz desafios para as empresas, que terão de alocar mais recursos especializados, para dar resposta a mais reclamações em menos tempo.

Entrevista

  • João Vieira de Almeida: “Um advogado não deve legislar”
    Managing partner da Vieira de Almeida & Associados

    João Vieira de Almeida: “Um advogado não deve legislar”“Não basta sê-lo, é preciso parecê-lo”. João Vieira de Almeida recorre ao provérbio popular para comentar o “enorme” potencial de conflito de um advogado que é simultaneamente deputado. É que, diz, a advocacia exige total independência, dependendo apenas dos clientes. Sobre a atividade da VdA, adianta que até ao fim do ano vai contratar mais 50 profissionais e que 2017 está a correr bem. Não revela valores, porque “mais ninguém diz”, mas mostra-se disponível para divulgar as contas se for um passo conjunto com os principais concorrentes. Em prol da transparência.

Advocatus Business Guide