O livro de...

  • Telmo Semião
    Sócio da CRS Advogados

    Telmo SemiãoMario Vargas Llosa é, para mim, um dos melhores escritores da atualidade. O livro que escolhi – “A Civilização do Espetáculo” –, embora não seja o mais recente do escritor, espelha bem a realidade a que assistimos hoje em dia, nomeadamente na cultura do imediatismo e do espetáculo.

Cartão do Cidadão

  • Paulo Almeida
    Sócio da Kennedys em Portugal

    Paulo Almeida“Era uma vez na América”. O título do filme que Paulo Almeida elege como preferido, tal como a sua banda sonora, e o denominador comum de muitas das suas escolhas: de Nova Iorque, como a viagem mais marcante, a São Francisco, como a cidade que lhe falta conhecer. Já a sociedade de que é sócio em Portugal, desde 2011, a Kennedys, é de raiz britânica e tem a indústria seguradora como core business.

Opinião

  • Novo Regulamento da Proteção de Dados Pessoais - O consentimento
    Inês Henriques de Matos, advogada da Azeredo Perdigão & Associados

    Inês Henriques de Matos, advogada da Azeredo Perdigão & AssociadosÉ inegável que a entrada em vigor do Novo Regulamento da Proteção de Dados (NRPD) terá implicações decisivas no quotidiano das empresas. Nessa medida, entendemos por oportuna a descrição e análise de uma hipótese relacionada com a temática do consentimento do titular dos dados pessoais e suas especificidades, ressalvando que as nossas reflexões são apresentadas à luz do regime jurídico do NRPD, o qual entrará em vigor em 2018 e que, as mesmas, não consubstanciam aconselhamento jurídico, mas mera análise genérica de uma hipótese fictícia e da nossa autoria, a qual não dispensa a consulta de um profissional em quaisquer situações fácticas e reais.

Entrevista

  • João Vieira de Almeida: “Um advogado não deve legislar”
    Managing partner da Vieira de Almeida & Associados

    João Vieira de Almeida: “Um advogado não deve legislar”“Não basta sê-lo, é preciso parecê-lo”. João Vieira de Almeida recorre ao provérbio popular para comentar o “enorme” potencial de conflito de um advogado que é simultaneamente deputado. É que, diz, a advocacia exige total independência, dependendo apenas dos clientes. Sobre a atividade da VdA, adianta que até ao fim do ano vai contratar mais 50 profissionais e que 2017 está a correr bem. Não revela valores, porque “mais ninguém diz”, mas mostra-se disponível para divulgar as contas se for um passo conjunto com os principais concorrentes. Em prol da transparência.

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