Vitor Marques da Cruz

segunda, 02 janeiro 2017 14:45 Sócio fundador da MC&A

Vitor Marques da CruzFoi no estágio que ganhou o gosto pela advocacia porque a meta traçada para o curso de Direito, concluído na Universidade de Lisboa em 1983, era a diplomacia. As voltas do acaso levaram-no a firmas como a Veiga Gomes, Bessa Monteiro, Marques Bom e a F. Castelo Branco & Associados, tendo sido sócio de ambas. Em 2011, fundou uma sociedade em nome próprio, a MC&A.

Viagem mais marcante

Torres del Paine, pelo aspeto selvagem e fantástico da paisagem.

Destino para escapadinha em Portugal

As Furnas, na Ilha de São Miguel, onde se consegue alcançar absoluta paz de espírito; pelo menos duas vezes por ano;

Recanto em Lisboa

A minha casa, onde posso contemplar algumas das coisas de que mais gosto.

Carimbo que falta no passaporte

Síria, mas que, pelo menos nos tempos mais próximos, será inalcançável.

Hobbies

Colecionar pintura; cozinhar.

Livro

“Os Maias”.

Restaurante

“O Sancho”, em Lisboa, pela genuína comida portuguesa, simpatia e o facto de me sentir como em casa.

“ROKA”, em Charlotte Street, Londres, pela atmosfera e qualidade da comida.

Prato

Migas com entrecosto, à alentejana.

Série

“True Detective”, pelas interpretações fantásticas.

Filme

“Basic”, com John Travolta; já vi mais de 20 vezes...

Banda sonora da vida

A do filme “Metropolis”; o “remake” deste filme passou despercebido sendo,no entanto, uma delícia!

Um advogado de referência

O meu patrono, César Bessa Monteiro. Pelo conhecimento, seriedade, persistência e a forma como pratica a advocacia; pela paciência que teve em me ensinar a dar os primeiros passos nesta profissão, sem sobressaltos nem quedas.

Um exemplo de vida

O meu tio, Manuel Marques da Cruz. Pelo entusiamo com que foi professor durante décadas; pela dedicação, seriedade e preocupação que sempre colocou na transmissão de conhecimentos a milhares de alunos; por me ter despertado o gosto pela cultura, pelas viagens e, em geral, pela vida; e, finalmente, pela alegria, carinho e amor com que “brindava” aqueles que lhe eram mais próximos.

O que lhe falta fazer

Quase nada, mas ainda assim muito mais do que irei conseguir.

É advogado porque…

Por mero acaso; na verdade, quando terminei a faculdade, pretendia seguir a carreira diplomática... Por sorte, dei início ao meu estágio...e gostei tanto que fiquei.

Se não fosse advogado seria…

Viajante profissional.

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